CELEBRANDO A COLHEITA
Enviado por vital em
Notícia Estendida
Texto: Salmo 126
O povo de Israel sabia o que significava aquele momento que estava experimentando. Israel havia esperado setenta anos por aquele momento. (não vamos considerar aqui a rebeldia do povo, mas sim a alegria dele ) Tempo suficiente para se passar mais que uma geração. O Salmo 137, registra o sofrimento do povo e o 126 fala do fim do cativeiro. O primeiro é o das lágrimas e o segundo dos cânticos. Imagine as conversas, nas casas, nas sinagógas, nos campos e no comércio, sobre o que profeta havia falado a décadas passadas sobre o livramento do cativeiro.
Aquele povo foi zombado. Fico imaginando os babilônicos pedindo para eles cantarem os cânticos de Sião. Era pura zombaria. Imaginem pedirem para cantarmos nossos cânticos num trio elétrico para simplesmente o povo dançar zombando de nós. Era esse o propósito dos babilônicos. Cadê o Deus de vocês. Cantem que Ele o Senhor da Guerra! Cantem que Ele é poderoso! Que é invensível...! Aquilo machucava profundamente o povo.
Celebremos! Há um grito de vitória em nosso meio!
I – CELEBREMOS OS CAMPOS QUE ESTÃO DIANTE DE NÓS
O povo agora podia celebrar. Eles estavam vindo os campos desejados diante de seus olhos. Dormiram cativos e acordaram livres. Eles celebravam a voz do profeta que ecoava ao longo de mais de setenta anos. Era como que estivessem vendo o jovem profeta dizendo vocês vão chorar enquanto semeiam por setenta anos ao fim do cativeiro, Deus vai abrir os campos que manam leite e mel para vocês.
Era muito tempo, tempo suficiente para se perder as esperanças. Milhares de pessoas morreram sem ver a profecia cumprida. Crianças ficaram velhas e parecia que Deus havia esquecido das promessas.
O povo de Israel amava as colheitas e para isso celebravam duas grandes festas. A primeira festa de Pentecostes, era celebrada em junho e, tinha como objetivo agradecer a colheita do trigo e, a segunda Tabernáculos, em outubro e era de ações de graças pelas colheitas do ano. Nos Estados Unidos, eles celebram o Dia de Ação de Graças, por tudo o que foi produzido no ano.
Certamente temos muitas coisas para celebrarmos.
- Celebremos as vidas que foram salvas
- Celebremos a obra missionária realizada em todo estado da Bahia
- Celebremos os resultados da Trans-Bahia
- Celebremos a benção do sustento missionário
- Celebremos os novos obreiros que Deus tem levantado
- Celebremos a vida dos que estão sendo enviados para os campos missionários
- Celebremos a fidelidade das igrejas no cumprimento da missão
II – CELEBREMOS AS POSSIBILIDADES DA COLHEITA
Celebremos a Deus pela grande seara que está diante de nossos olhos. Deus tem colocado desafios para os próximos anos e creio todos são possíveis. Deus não coloca nada fora de nossa alcance.
O povo ficou como quem sonha. A boca se encheu de cântico e o coração de sonhos. Penso que o povo cantava e sonhava, porque os setenta anos foram muito difíceis, e é por isso o salmo fala de chorar enquanto semeia. Houve momentos que os sonhos eram as sementes lançadas em terra árida, mais que com as lágrimas repetidas do semeador de sonhos, eles se transformaram em frutos sazonados e foram colhidos.
Gosto quando Jesus diz que devemos pedir crendo que já recebemos. Se peço crendo que já recebi, certamente vai brotar no meu coração o louvor e gratidão pelo o que já recebi, mesmo sem ter visto ainda.
Celebremos:
- Os campos brancos para a ceifa
- As igrejas que já surgiram no coração de Deus, mas que ainda vamos conhecer
- Os novos projetos que virão
- A Trans-Chapada
- Os corações abertos para servir
- As igrejas que enviarão os obreiros aos campos
- O livramento do Senhor. Estamos e vivemos num País livre
- A grande colheita de já está chegando
Estamos no ano do centenário da Convenção Batista Brasileira, e das nossas Juntas de Missões Nacionais e Mundiais. Celebremos isso. Celebremos a grande colheita que a Igrejas Batista da Bahia vão Ter.
Celebremos o cântico da vitória da igreja:
“...Levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem. Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra., chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar seus figos, e as vide em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha e vem.”