O CHORO DE UM CORAÇÃO MISSIONÁRIO ANUNCIA O SUCESSO DA COLHEITA
Enviado por vital em

Notícia Estendida
Texto: Salmo 126.6

Sempre tenho destacado o fato de que um coração aberto para a ação de Deus, é realmente o que faz diferença quanto o resultado final. Há muitas razões que fazem brotar lágrimas em nossos olhos. Jesus no Sermão do Monte, chamou de bem aventurados os que choram. Para ser bem aventurado, isso é, muito feliz, é necessário Ter-se razões nobres em nossas lágrimas.

I - O CHORO DA OBEDIÊNCIA

Obedecer a Deus, significa atitudes de desprendimento e destacamos algumas atitudes que identificam renúncia:
a) – Deixar pai e mãe
b) – Sair de um grande centro e ir para o interior
c) – Renunciar até mesmo o seu preparo cultural, deixando para trás as oportunidades que isso poderia gerar na sua cidade de origem.
d) – Deixar amigos, costumes, cultura e até mesmo sua própria língua.

II – O CHORO DA PAIXÃO PELO QUE VAI FAZER

É sempre uma necessidade que o trabalho a ser realizado, se transforme numa paixão que realmente, leve o obreiro, a transpor com coragem os limites impostos pelas pela distância e carências da região. Lembro-me que quando participei da Operação Transtotal em 1975, tivemos que criar artifícios, para que o trabalho fosse realizado. Não havia material suficiente para a EBF. Fizemos os chapéus de folhas de cacau.

Muitas vezes a obra missionária exige no mínimo no nosso sacrifício. O apaixonado não fica esperando que as coisas aconteçam, ele vai em frente. Se não tem salão, escolhe uma árvore e debaixo dela começa a igreja.

O obreiro apaixonado, é de fato o modelo que é copiado pelos que estão debaixo de sua orientação.

O obreiro apaixonando vê os resultados, antes mesmo que aconteçam e isso serve de motivação para que continua avançando.

III – O CHORO DA PAIXÃO PELOS QUE NECESSITAM SER ALCANÇADOS

Jesus chorou sobre Jerusalém. Lucas 13: 34, é o retrato de um coração que encarna em atitudes e sentimentos o que está fazendo. Creio que devemos regar a semente com nossas próprias lágrimas.

Moisés, chega ao ponto de pedir para que Deus tire o seu nome do livro da vida. Ele entende que o povo cometeu grande pecado. Não esconde o erro, mas o seu amor pelo povo o leva a tomar uma atitude até perigosa diante do Senhor, mas ele estava revelando sua paixão por aquele povo. Preferia ser objeto da rejeição de Deus a ver o povo destruído. Êxodo 32: 31-32

O apóstolo Paulo também experimentou colocar diante de Deus sua própria vida e salvação em risco conquanto que garantisse a salvação de outros. Gosto de At. 20: 24, quando o apóstolo fala que sua vida não tem valor algum se não pregar o evangelho.

Creio que há necessidade de manifestarmos nossa paixão pelas almas perdidas. Ouvi de um pregador norte americano, na cidade de Daytona, Flórida que se Deus nos levasse ao inferno por apenas um segundo, saberíamos o suficiente par não nos calarmos enquanto não resgatássemos a última vida das garras de Satanás. Não ficaria um parente, um colega, um vizinho sem ouvir a palavra. Jesus sentia compaixão, isso que dizer sentir profunda dor pela pessoa que está necessitando de paixão e estar com, isso é ser sentir o próprio necessitado.

Amém